terça-feira, 17 de março de 2015

O laboratório da disciplina Conteúdo, Metodologia e Prática de Ensino da Educação Física Escolar é um espaço virtual de prática de ensino, onde os alunos do curso de Pedagogia -EAD poderão realizar suas atividades de pesquisa e aplicação do conhecimento.


Sua ideia é minimizar a dicotomia entre teoria e prática do curso de licenciatura. É um espaço colaborativo, cooperativo, onde os discentes e docentes poderão expor vídeos, artigos, sites, links dos principais periódicos da área.


61 comentários:

  1. A proposta da professora é muito boa, porque abarca várias atividades. Primeiro os alunos, através de uma pesquisa sobre o circo, ampliaram seus conhecimentos sobre o tema, além disso, através de votação puderam escolher quais atividades gostariam de praticar o que demonstra uma prática democrática onde a criança tem voz ativa no processo de ensino aprendizagem.
    Outro ponto que merece destaque diz respeito ao resgate de brincadeiras que fazem parte da cultura brasileira, por exemplo, pular corda, visto que é cada vez mais raro ver crianças praticando esta atividade, principalmente nos grandes centros urbanos como o Rio de Janeiro. Além disso a atividade proposta é inclusiva pois, alunos com necessidades especiais de educação, também participam. Sem falar que a atividade proporciona o desenvolvimento da motricidade, da coordenação de braços e pernas, do equilíbrio, da velocidade e agilidade, enfim, uma atividade completa que propicia o desenvolvimento integral da criança.
    Eduardo Carlos.

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  2. Eduardo, o lúdico é um instrumento essencial na relação saber e sabor teorizada por Paulo Freire e o tema Circo contribui para que possamos desenvolver várias atividades. Bjs

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    1. MATRICULA 201403252548 - MICHELE GLORIA BEZERRA GOUDARD - (CEL0355/2034647) 9005
      ELÁSTICO
      Como brincar: O principal acessório é uma tira de elástico grande (de cerca de 3 metros de comprimento), com um nó unindo as duas pontas, e três participantes. Dois ficam em pé, um de frente para o outro e distantes cerca de 2 metros. O elástico deve ficar ao redor das pernas deles, que precisam ficar abertas para segurá-lo esticado. Uma terceira pessoa deve pular dentro do retângulo formado pela tira e fazer desenhos e amarrações com as pernas. A primeira sequência é bem simples: a criança se posiciona ao lado do elástico e deve pular com os dois pés juntos para dentro dele.

      Depois, pula novamente abrindo as pernas de modo que um pé caia para cada lado de fora do elástico. No terceiro movimento, ela deve fazer um giro de 180º, deixando as tiras se enrolarem em seus tornozelos. Por fim, deve pular para o lado externo do elástico enquanto gira o corpo para soltar-se da amarração.

      O elástico começa rente ao chão, mas à medida que a pessoa consegue fazer os movimentos corretamente, ele vai subindo. Então, quem conseguir pular mais alto ganha o jogo.

      Variações: Os nomes mudam dependendo do movimento que se pede para fazer e da região do país: cebolinha, estrelinha, várias fases, laranjinha, castelinho, bigode, vassourinha, cruzada de Belém etc.

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    2. Raiane Silva de Arruda matrícula: 201602711526
      Olá, colegas e professores, o meu trabalho foi sobre a influência dos saberes indígenas na cultura brasileira.Procurei falar um pouco sobre os instrumentos indígenas, no qual montei a aula dividida em dois dias, No primeiro com a explicação dos instrumentos e apresentação dos mesmo em sala de aula, e para o dia seguinte foi proposto uma confecção desses instrumentos com material reciclado. Segue abaixo o link do meu trabalho :
      https://youtu.be/JOuLfzAgnzs

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  3. Historicamente, as atividades físicas sempre estiveram em um patamar inferior em relação às atividades, reconhecidamente, intelectuais. Geralmente a Educação Física na escola é vista como uma disciplina complementar, como se ela fosse menos importante do que Matemática, História ou Língua Portuguesa. Será que é verdade? A educação física no Brasil surge ligada intimamente à formação e educação corporal disciplinadora, com objetivos dos mais variados: militares, de saúde, estéticos, esportivos de alto rendimento etc. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBD) 9.394, trouxe alguns avanços para a área da educação física. Inseriu-a como disciplina obrigatória nas grades curriculares das escolas brasileiras, reconhecendo-a como componente curricular e também como área de estudo relevante na formação global dos indivíduos.
    A Educação Física tem uma vantagem educacional que poucas disciplinas têm: o poder de adequação do conteúdo ao grupo social em que será trabalhada. Esse fato permite uma liberdade de trabalho, bem como uma liberdade de avaliação – do grupo e do indivíduo – por parte do professor, que pode ser bastante benéfica ao processo geral educacional do aluno.
    Para o cumprimento da atividade prática proposta para o Curso de Pedagogia, realizei uma vídeo aula bem simples (não tenho muita prática na realização de vídeos), onde proponho aliar a atividade física ao ensino lúdico das cantigas de roda. Dessa forma bem divertida, crianças da educação infantil à primeira etapa do ensino fundamental podem aprender um pouco mais sobre o folclore de maneira animada e saudável. A atividade pode ser vista no seguinte endereço: Abaixo posso descrever a atividade para todos:
    TEMA: Cantigas de roda na aula de educação física escolar
    Objetivo do Jogo: Cantando as músicas do imaginário infantil como as cantigas de roda, todo o grupo tem que se deslocar na cadência e realizar os movimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.
    Propósito:O propósito é fazer do jogo-dança um momento de união do grupo e proporcionar um espaço de adequação do ritmo grupal. Podem ser trabalhados valores humanos como: alegria e entusiasmo pela brincadeira do grupo (diversão entre erros e acertos); harmonia na busca do ritmo grupal; parceria e respeito para caminhar junto com o outro.
    Recursos:círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes), tapetes em EVA.
    Descrição: Pequenos grupos de no máximo oito crianças se posicionam em frente aos círculos ou tapetes dispostos um na frente do outro. Uma música tradicional como "Escravos de Jó", por exemplo, é cantada. O grupo vai pulando ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência dos pulos é marcada pelas sílabas tônicas da música. Quando o aluno chegar ao final da fileira de bambolês ou dos tapetes de EVA, volta para o final da fila esperando que o último amiguinho complete o circuito. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade. O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toques interessantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar.
    Disponibilizo aqui a página para acesso do vídeo que demonstra o jogo:
    https://www.youtube.com/watch?v=PuINjBjNhSM

    Forte abraço a todos.

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    1. muito bacana a proposta,porque as crianças gostam de música ,gostam de brincar de roda e nessa atividade podemos trabalhar coordenação,concentração, ,equilibrio e as crianças podem interagir,colaborar entre si.

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  4. Olá a Profª.
    Minha atividade prática foi a Influência dos saberes indígenas na cultura lúdica brasileira, onde conto um pouco de sua cultura e algumas brincadeiras interessantes e que ainda vemos hoje em dia.
    E também, ensino a fazer uma peteca ou "mangá, tobdae"
    Segue Material para confecção da Peteca:
    "Para confeccionar a peteca escolha alguns materiais de fácil acesso em sua escola/cidade. Pode-se usar folha de jornal, papel celofone de cores diversas, tecido, barbante, fita, penas coloridas, folhas
    secas grandes, areia, pedras pequenas, sementes, canudos, EVA etc. Após a escolha do material inicie a confecção da peteca. Recorte em círculo o papel ou tecido ou outro material para fazer a parte debaixo, coloque no meio areia ou pedra ou outro e encaixe as penas ou outro material em pé. Depois, segure a parte de cima e prenda com barbante ou outro.

    Achei interessante falar sobre a cultura indígena, pois muitos ainda hoje não dão o valor a esse povo tão rico e que contribuiu muito com a nossa cultura.

    Segue o link do meu trabalho e espero que goste. https://youtu.be/WraZbgdLW64
    Um abraço.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Aluna; Edlane dos s cardoso
      Muito legal sua proposta, com ela aluno terá a oportunidade de aprender e conhecer os brinquedos e brincadeiras indígenas, tendo ainda a oportunidade de valorizar uma cultura diferente da sua, valorizando e respeitando.

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    3. Aluna: Vivian Alves Camões Ganem

      Trabalho que retoma a interação entre as crianças, fazendo com que não haja espaços para jogos em celulares e tablets. A ideia do fazer o brinquedo é muito singela, principalmente nos dias de hoje que tudo chega até as pessoas de forma pronta e com durabilidade contada. O desfecho falando acerca da cultura indígena tornou o seu trabalho ainda mais rico, pois a história como é contada nas salas de aula não passam a importância e a riqueza desse povo.

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  5. Boa noite.
    Ela começou trabalhando atividades de interesse dos alunos, assim levando estes a superar suas limitações de um jeito interessante.

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  6. A atividade escolhida foi a reciclagem, onde os alunos interagiram um com o outro , desenvolveram o seu lado cognitivo e corporal. cada um recebeu uma garrafa pet cortada onde todos puderam pintar suas garrafas e plantarem colocando terra, aguá e a semente. Foi uma excelente interação , onde os alunos interagiram um com os outros além de ajudarem a preservar a natureza.

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  7. Rozenilda Barreto de Souza Dias, matricula 201102188026

    Eu, Rozenilda professora há 15 anos recebi uma proposta de incluir uma criança com necessidades especiais para desenvolver sua coordenação motora,movimentos corporais e raciocínio.
    Comecei então a trabalhar sua coordenação motora oferecendo a ela massinha de modelar, fazíamos movimentos corporais nos braços , pernas brincávamos de bola tanto de chutar como de jogar na mão da outra, com o passar dos dias sua coordenação já estava começando a melhorar um pouco.não desistimos continuamos com as atividades ate que com o passar dos dia melhorou e ela começou a fazer pinturas e movimentos do corpo sem dificuldade.
    Para o desenvolvimento do raciocínio brincávamos de domino, jogo da memória, de imitar os sons dos animais e de musicalização.quando chegou o fim do ano letivo já estava a todo vapor
    E continuando este ano começamos tudo novamente pois a educando tem retardo no aprendizado e esquecimento fácil, começamos com os movimentos corporais, musica incluímos a dança e a amarelinha. Na escola o que ela mais gosta e das aulas de educação física pois são divertidas tem o contato com outras crianças , sem contar das brincadeiras, musicas, jogos e dança que a alegra e a deixa muito feliz.
    Ate neste semestre a educanda avançou muito no seu desenvolvimento e coordenação motora, suas atividades cada vez melhor tanto no lúdico , tanto no cognitismo.atingiu as expectativas

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  8. Trabalho para a disciplina Conteúdo Metodologia e Prática de Ensino da Educação Física - Pedagogia - UNESA.
    Aluna: Natalie da Silva Pedreira - 20140134832-7
    Professor: João Marcus Perelli dos Santos

    Video aula gravada por mim: https://www.youtube.com/watch?v=8hnsmBRy59s&feature=youtu.be

    Tocando Círculos

    Objetivo: Despertar na criança o conceito de lateralidade e noção espacial. Através da psicomotricidade desenvolver capacidades cognitivas, motoras e afetivas. A partir do jogo, estimular a interação entre os colegas.

    Séries: 2º ao 5º ano.

    Procedimentos: O(a) professor(a) irá desenhar com giz, círculos no chão. O tamanho dependerá de quantos grupos e com quantos alunos deverá ser realizada a atividade (ex.: uma turma com 20 alunos, pode ser formados 5 grupos de 4 crianças ou 4 grupos de 5 crianças). Os grupos definidos pelo professor deverão entrar no círculo e dar as mãos formando uma roda. A medida que o professor der os comandos, as crianças realizam a atividade.
    São os comandos: esquerda, direita, abaixa, levanta, dentro, fora e pula (opcional). A sequencia pode ser alternada e não seguir uma ordem certa para que fique mais divertido.
    Quando o professor apitar, as crianças mudam de círculo de forma aleatória.
    Não existem perdedores ou vencedores, pois o objetivo é ensinar brincando.
    Abraços!

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  9. Disciplina: CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE EDUC. FÍSICA
    Professor: JOAO MARCUS PERELLI DOS SANTOS
    Aluna: Djeinifer Koerich Pauli Pitz
    Matrícula: 201401374107
    ATIVIDADE PRÁTICA
    No vídeo que gravei falo sobre o jogo da Peteca e a influência dos saberes indígenas na cultura lúdica brasileira.
    É notável, que o Brasil sofreu a influência de vários povos, cada um contribui com um pouco de seus costumes e tradições, gerando essa mistura cultural que é característica marcante do povo brasileiro, com uma variedade de costumes e tradições, presente nas danças, no artesanato, nas brincadeiras e nos jogos tradicionais brasileiros, que surgiram da misturas entre o negro, o índio e o branco, formando assim nossa cultura popular brasileira tão rica e grandiosa, mas que precisam ser resgatada e difundida nas escolas entre nossas crianças.
    A peteca trata-se de uma base com um peso de borracha, em que são fixadas, em geral, quatro penas de tamanho médio. A peteca é um esporte de origem brasileira, mais precisamente de origem indígena.
    Esse jogo é destinado à crianças acima de 6 anos de idade e pode ser jogado na praia,parque, na praça, no ginásio enfim. Este jogo estimula a Agilidade, Coordenação motora, Condicionamento físico, Mira, Força, Noção de espaço e o Ritmo. É jogado com 2 participantes ou mais.
    A peteca pode ser jogado de várias maneiras como por exemplo no jogo tradicional os participantes ficam em círculo - ou um de frente para o outro no caso de apenas dois jogadores - e passam a peteca de um lado para outro batendo no fundo dela. Quem deixar a peteca cair é eliminado do jogo.
    Outra variação dessa brincadeira é colocar um dos participantes no meio da roda. A peteca sempre deve partir dele para os outros jogadores e dos outros jogadores para ele.
    Outra forma divertida de aproveitar o brinquedo é reunir a turma em uma quadra de vôlei e dividi-la em duas equipes. Cada time ficará de um lado da quadra.O objetivo principal do jogo é a marcação de pontos que, assim como no vôlei, consiste em fazer com que a peteca caia no chão do campo adversário. Sua estrutura se assemelha à do vôlei, mas é consideravelmente simples e não apresenta regras muito complexas. Assim como no vôlei, há uma rede que atravessa a quadra, dividindo-a em dois campos iguais que serão ocupados pelas equipes adversárias.


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  10. Olá, o link do meu vídeo é https://www.youtube.com/watch?v=XfrFInOd2mc&feature=youtu.be
    Obrigada!

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  11. Conteúdo, metodologia e prática do ensino de educação física
    CEL (0355/1912206) 9005
    Aluna: Cristiane Paiva Lima
    Matrícula: 201401253032
    Professora: Mônica Silva Ferreira Miguel

    Olá professora,

    Decidi trabalhar com o tema oriental. Vejo a educação física como uma grande possibilidade de se executar a inclusão. Vemos na nossa sociedade situações de preconceito de todas as formas. Uma delas surge no etnocentrismo. Então colocar uma dança folclórica de países que estão vivendo uma situação de sofrimento profundo, é dar a chance de incluí-los e criar vínculos com essas culturas tão preciosas. A falta de informação faz com que não criemos empatia pelo outro. Olhar além é perceber a semelhança entre nós seres humanos. Escolhi a dança folclórica dabke pelo grande número de árabes no Brasil e por essa dança representar a união, o dar as mãos e seguir a batida do coração que nos remete a percussão.
    Essa dança realizei com crianças da educação infantil pelos passos básicos escolhidos, poderia colocar passos mais complexos e aplicar no ensino fundamental.
    Devido a ser uma dança, um líder puxar a roda e os seus passos serem seguidos pelo grupo, o tempo de reação será trabalhado, a agilidade, a lateralidade, a coordenação, a velocidade assim como o esquema corporal.
    Podemos realizar essa atividade, primeiro formando uma roda onde através da batida da percussão toquemos em partes do corpo. Depois daremos as mãos e o líder comandará um passo de dabke girando no sentido anti-horário, devido a essa dança ser executada assim, e trocaremos o líder a cada volta determinada. Então todos terão a chance de serem líderes.
    Através disso abarcaremos a concepção de grupo, de dar as mãos, incluir e usufruir da felicidade que é dançar o dabke.

    https://youtu.be/lg61xrMdaf8

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  12. Conteúdo, metodologia e prática do ensino de educação física
    CEL (0355/1912206) 9005
    Aluna: Cristiane Paiva Lima
    Matrícula: 201401253032
    Professora: Mônica Silva Ferreira Miguel

    Olá professora,

    Decidi trabalhar com o tema oriental. Vejo a educação física como uma grande possibilidade de se executar a inclusão. Vemos na nossa sociedade situações de preconceito de todas as formas. Uma delas surge no etnocentrismo. Então colocar uma dança folclórica de países que estão vivendo uma situação de sofrimento profundo, é dar a chance de incluí-los e criar vínculos com essas culturas tão preciosas. A falta de informação faz com que não criemos empatia pelo outro. Olhar além é perceber a semelhança entre nós seres humanos. Escolhi a dança folclórica dabke pelo grande número de árabes no Brasil e por essa dança representar a união, o dar as mãos e seguir a batida do coração que nos remete a percussão.
    Essa dança realizei com crianças da educação infantil pelos passos básicos escolhidos, poderia colocar passos mais complexos e aplicar no ensino fundamental.
    Devido a ser uma dança, um líder puxar a roda e os seus passos serem seguidos pelo grupo, o tempo de reação será trabalhado, a agilidade, a lateralidade, a coordenação, a velocidade assim como o esquema corporal.
    Podemos realizar essa atividade, primeiro formando uma roda onde através da batida da percussão toquemos em partes do corpo. Depois daremos as mãos e o líder comandará um passo de dabke girando no sentido anti-horário, devido a essa dança ser executada assim, e trocaremos o líder a cada volta determinada. Então todos terão a chance de serem líderes.
    Através disso abarcaremos a concepção de grupo, de dar as mãos, incluir e usufruir da felicidade que é dançar o dabke.

    https://youtu.be/lg61xrMdaf8

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  13. ROZENILDA BARRETO DE SOUZA DIAS MATRICULA 201102188026


    MEU TEMA ESCOLHIDO FOI : A INFLUENCIA DOS SABERES INDIGENAS NA CULTURA LUDICA BRASILEIRA
    no inicio desse ano participei de um projeto na escola que trabalho, trabahar o projeto indigenas e sua cultura.
    este projeto foi elaborado para o agrupamento de cinco anos, e as metodologia que esamos para executar foram essas, musicalização, historias, danças, pinturas e confecçao de utensilos indiginas.
    primeiramente começamos com a historia dos indiginas como eles chegaram aqui no brasil onde eles moram, depois como eles se vestiam e como eles faziam seus vestuarios, como e a alimentaçao deles.
    ****como a alimentaçao deles influenciaram na alimentaçao pois sao alimentos saudaveis que eles mesmos plantam, pescam e caçam, a mandioca, milho, batata e os peixes ja fazem parte do nosso cardapio a tempose atraves destes alimentos podemos fazer varios pratos deliciosos.
    **so o vestuario que não herdamos pois so os indios que vestem aqueles vestuarios, eles gostam sempre de andar pintados e a tinta que eles usan sao extraidos de arvores das matas.
    ***eles gostam sempre de festas dança e tocam estrumentos e os istrumentos sao eles mesmos que faz, eles mesmos que fazem as proprias redes de dormir.
    no fim de todas as explicaçoes, historias tivemos uma demostraçao de danças, de vestuarios e degustaçao de comidas indigenas foi um sucesso a nosso projeto, valeu a pena fazer pois herdamos muito dos indigenas .

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    1. trabalhar projetos é interessante porque nos leva a descobrir inumeras informações agregar saberes,experimentar alimentos e tambem perceber que usamos no nosso cotidiano diversos alimentos também usados pelos indígenas

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  14. Josiane Mendes Valentim
    201408438968
    CEL: (0355/1911772) 9002


    Boa Tarde Professor,

    Para desenvolver a atividade corporal, escolhi um jogo que se chama "cobra cega", esse jogo é uma brincadeira que as crianças adoram, pois elas interagem bastante e movimentam todo o corpo.
    As crianças ficam em um espaço restrito,em roda, como uma quadra por exemplo, não podendo sair deste espaço, enquanto somente uma é escolhida e seus olhos são vendados.
    essa criança com os olhos vendados deverá ter atenção e boa audição para entender o que as outras iram "gritar" para ela.
    Por exemplo: Eu digo alto para todos ouvirem assim: quero que a criança vendada pegue um colega com tênis amarelo. Então essa criança que está com tênis amarelo, sentada em roda junto com as outras ficará em silêncio, enquanto todas as outras iram dar pistas para a criança vendada achar onde está a criança do tênis amarelo.
    Ela receberá informações, como: diretia, esquerda, prá lá, prá cá, só que ao mesmo tempo, todos falam ao mesmo tempo. Parece ficar bagunçado, mas a criança vendada, fica com muita atenção, ouvindo todos e tentando descobrir onde está a criança escolhida.
    Esse jogo pode-se fazer com crianças até 10 anos, trabalhando a interação com o outro, o espirito de ajuda, de solidariedade, trabalho em equipe, raciocínio, atenção, movimentos corporais e habilidades auditivas, corporais...

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    1. esta atividade é muito boa porque trabalha a concentração,a cooperação entre as crianças,lateralidade(até adultos as vezes tem dúvidas sobre esquerda/direita)

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  15. Aluna: Andréa C.R. Azevedo
    Matrícula: 201401332366
    CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE EDUC. FÍSICA (CEL0355/1912196) 9003

    Boa noite!
    Escolhi como tema o jogo de Cabo de Guerra, falando sobre a influência de outros povos na cultura no Brasil. E, como ela surgiu em vários lugares, foi introduzida em nossa cultura, principalmente sob a influência indígena, porque eles já faziam uma espécie de treinamento para a guerra, com o objetivo de adquirir força e resistência.Não há tempo e nem local específico para identificar a origem dessa brincadeira, então, podemos acreditar que ela tenha aparecido através de antigas cerimônias e cultos que eram realizados pelos povos egípcios, há mais ou menos 4.000 anos atrás.
    O Cabo de Guerra é considerado um esporte e ele fez parte dos Jogos Olímpicos de 1900 a 1920
    Essa brincadeira pode ser feita com crianças a partir de 4/5 anos, pois exige dos participantes uma maior agilidade e destreza nos movimentos. A brincadeira do Cabo de Guerra tem como objetivo pedagógico estimular a agilidade, o condicionamento físico, a cooperação, a coordenação motora, a força, a resistência, além de ser ótimo para desenvolver a interação e a socialização das crianças.

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  16. Aluna: Iêda da Silva da C. Oliveira (201402064578)
    Boa noite a todos!
    O nosso país recebeu grande influência dos povos indígenas, africanos e orientais. Para esta atividade escolhi o jogo "pega varetas" ou "jogo de varetas". Esse jogo tem origem oriental Neste jogo, os participantes devem com muita cautela pegar as varetas uma a uma sem que as outras se movam. Esse é um jogo que exige calma, concentração e muita habilidade. Cada vareta tem um valor, sendo a preta, a mais valiosa. Se ao tentar pegar a vareta o participante mover as outras varetas passa a vez para o outro participante. Ganha quem fizer o maior número de pontos. Ao ser utilizado em sala de aula, este jogo pode contribuir para melhor concentração e atenção dos alunos.

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  17. Trabalho com o primeiro nível da Educação Infantil ( 2 a 3 anos), e apresentei às crianças um pouco da Cultura Indígena através de músicas cantadas e gesticuladas, atividade de pintura da figura do índio e sobre seus costumes e cultura. Foi apresentado através de figuras e fotos e desfrutamos de uma boa conversa sobre o seu habitat, seu contato com a natureza, sua alimentação e a forma de buscá-la através da caça, pesca e o plantio, falamos sobre o dialeto próprio que cada tribo possui, sobre a produção de suas próprias casa (ocas), falamos ainda sobre a sua vestimenta , pois buscam cobrir o corpo com penas das aves e outros objetos extraídos da natureza.
    Aproximar a Cultura Indígena do nosso conhecimento foi bem atrativo e curioso para as crianças, pois vivenciaram o novo, assunto ainda não abordado à eles.

    ALUNA: Valéria de Cássia Santos MATRÍCULA: 20140125839-5
    DISCIPLINA: Conteúdo, Metodologia e Prática do Ensino da Educação Física.
    PEDAGOGIA 4° período
    Fórum C

    .

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  18. Patricia Minarini Pereira16 de outubro de 2015 às 20:17

    Universidade Estácio de Sá – Cabo Frio – RJ
    Aluna: Patricia Minarini Pereira.
    Matricula: 201301251135.
    Turma: 9003.
    Disciplina: Conteúdo Metodologia e Prática de Ensino de Educação Física.4º Semestre.
    Professor: Joao Marcus Perelli Dos Santos.
    Atividade Prática
    • Influência dos saberes europeus na cultura lúdica brasileira
    • Objetivos:
    Conhecer brincadeiras europeias;
    Trabalhar a coordenação motora;
    Respeitar as regras e os limites;
    Trabalhar em equipe.
    • Desenvolvimento
    1º Momento: Fazer uma breve explicação sobre as brincadeiras, país e o ano em que surgiu, e apresentar a Amarelinha e a Peteca, e ensinar com se joga.
    2º Momento: Formar dois grupos e fazer uma competição com o jogo de peteca.
    • Avaliação:
    A avaliação será feita a partir da observação da participação na atividade proposta.
    • Bibliografia:
    http://www.brasilescola.com/cultura/brincadeiras-brinquedos-culturais.htm
    http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23692



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  19. Aluno: Ana maria P M Jesus
    Curso: Pedagogia 2015 Unesa
    Professor: João Perelli
    Atividade Prática: A influência dos saberes Europeus na cultura Lúdico Brasileira.
    O vídeo criado fala sobre o jogo de taco. O vídeo apresenta e ensina um passo a passo para o jogo de taco.
    Trabalha as regras de convivência, habilidades psicomotoras e o trabalho em equipe. Pode ser jogado a partir dos seis anos de idade.
    https://youtu.be/2tkAwMYJvSs
    Fonte de consulta:http://www.anos80.net/brinquedos-e-brincadeiras

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  20. Aluna:Solange Ribeiro
    Matricula:201401249043

    https://www.youtube.com/watch?v=BdKC4-k7BLQ

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  21. Aluna: Luciene Amaral Pires de Goveia
    Matricula: 201101173629
    Curso: Pedagogia
    Plano de Aula
    Jogos e Brincadeiras
    PLANO DE AULA

    PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL/PERCEPTO COGNITIVO

    AULA: SIGA O MESTRE

    PÚBLICO: CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS

    OBJETIVOS: Percepções visuais e de espaço, obedecer ordens, identificação, movimentos coordenados, aprendizagem.

    FORMAÇÃO: As crianças dispõem - se em colunas um por um atrás do professor, o “MESTRE”.

    MATERIAL: Brinquedos, objetos diversificados, giz, lápis de cor, folhas (jornal), etc.

    DESENVOLVIMENTO: Ao sinal de início, o grupo põe-se a acompanhar o mestre, que caminha realizando evoluções variadas (andar em círculo; progredir em caracol; pôr-se de costas; saltar; pular um banco, ou obstáculo; gesticular; etc.). Quando a criança deixar de imitá-lo pagará prenda, indo ocupar o último da fila.

    Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/psicomotricidade-na-educacao-infantil

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  22. Atividade Prática.
    Aluna: Luciene Amaral Pires de Goveia
    matricula: 201101173629
    Curso Pedagogia
    Segue link do video.
    https://youtu.be/rz_IQRLeHdQ

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  23. Atividade Prática
    Aluna:Daniela Falquetto
    Matrícula: 201408034697
    Curso de Pedagogia
    Plano de Aula

    Bola na Torre: um jogo para seguir e criar regras

    Parece basquete, mas não é. No Bola na Torre,a meninada precisa encestar a bola. Mas não é tão simples assim, porque a tabela se move! O jogo, indicado para estudantes de 3ª e 4ª séries, desenvolve habilidades corporais (como a pontaria) e sociais (como o trabalho em grupo). Na hora de formar as equipes, meninos e meninas se alternam. Assim, há um equilíbrio de forças e a garotada percebe as diferenças individuais.

    As regras básicas são as seguintes: um aluno de cada equipe segura a cesta para seu time. Cada um dos cesteiros sobe em um dos bancos suecos colocados em extremos opostos do pátio e segura o balde na mão, tentando fazer com que a bola entre nele. Como o banco tem apenas 20 centímetros de altura, não há perigo de a criança se machucar caso caia. Todos se revezam na função de tentar fazer a bola entrar no balde. "Nessa posição, a criança desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora". A garotada pode criar outras regras: é permitido andar com a bola na mão? Quantas vezes a bola pode quicar antes de ser arremessada?
    Se a classe for numerosa, logo os estudantes vão perceber que não dá para todos jogarem ao mesmo tempo. Eles mesmos vão pedir para dividir os times. Depois, é só prestar atenção para que ninguém se esqueça do regulamento.
    http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/educacao-fisica-cinco-sugestoes-garotada-aprender-se-divertir-423987.shtml

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  24. Atividade prática da disciplina de Conteúdo Metodologia e Prática de Ensino da Educação Física, 8º período Pedagogia EAD - Estácio

    Tema: Influência dos Saberes Africanos na Cultura Brasileira

    Faixa Etária: Ensino Fundamental

    Objetivo: Despertar na criança a noção e espacial, musicalidade, expressão Corporal, a integração e a socialização e os valores éticos.

    O desenvolvimento: A atividade de Capoeira pode ser amplamente utilizada como esporte nas aulas de educação Física, é um tema muito vasto e rico, pois acrescenta cultura, movimentos corporais, a musicalidade, contribui para a formação de pessoas com capacidade de compreensão e habilidades para se relacionar com as diferenças.
    A Capoeira desenvolve no aluno habilidades que vão além das capacidades físicas, como é um tema amplo, é possível desenvolver uma forma lúdica, assim brincando, os alunos tomam consciência do seu corpo, de suas capacidades motoras, se socializam, descobrem um universo de possibilidades, que facilitam o crescimento cognitivo e afetivo.
    Explora muito a psicomotricidade, lateralidade, coordenação de seus movimentos, e sentidos, é um jogo que estimula a interação entre todos.

    Procedimentos: O educador pode montar essa aula em um espaço, pequeno ou grande, e sem quantidade específica de alunos, não requer muito gasto.
    Os movimentos são orientados pelo educador gradualmente até os alunos atingirem o conhecimento necessário para praticarem sem o auxílio do professor, sendo assim uma forma de apresentação.
    Não existe vencedor nessa atividade, pois ela é utilizada para socializar e integrar, destacando a disciplina e a ética.

    Video aula gravada no canal Youtube:
    https://www.youtube.com/watch?v=CnR2w0bXLoI
    Aluna: Nazareth Ana Lírio de Oliveira - Matricula: 2015.12766496
    Professor: João Marcus Perelli dos Santos

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    1. Professor, João Marcus, onde obtenho um feed back a respeito do meu trabalho.

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    2. Disciplina - Conteúdo, metodologia e pratica de ensino de educação físsica.
      Aluna: JACY MARQUES PASSOS
      Matrícula 201411034007
      Curso de Pedagogia 4º período
      Professor JOAO MARCUS PERELLI DOS SANTOS
      Unidade Alcantara - Rio de Janeiro RJ

      Boa noite Ana Lírio, professor e colegas!

      Escolhi essa atividade para comentar, pela amplitude de possibilidades que proporciona. Como proposta de atividade, que se pode considerar, cultural que se funde em um jogo com influencias e raízes das matrizes africanas, realizamos essa atividade durante um ano (2014) no Centro de acolhimento, abrigo de medida protetiva, onde desenvolvo minhas atividades enquanto Educador Social.
      Nesse sentido, buscamos trabalhar a parte conceitual, cultural com resgate do contexto histórico. Alem desses aspectos todo um trabalho corporal era realizado com os adolescentes, o que explora muito a psicomotricidade, lateralidade, coordenação de seus movimentos, e sentidos, é um jogo que estimula a interação entre todos, como registra a colega Aline.
      Nesse perspetiva, trabalhar os objetivos propostos e despertar nos adolescentes a noção espacial, musicalidade, expressão Corporal, a integração e a socialização e os valores éticos, trazem resultados efetivos e de qualidade em todos os sentidos.
      É necessário compreender, nesse caso em especial que, o respeito as realidades postas e o respeito às histórias e o capital cultural de cada educando, percebemos que a capoeira, alem de sedutora torna-se muito prazerosa pelo abraço dado por cada adolescente na identificação com a atividade e, em seu desenvolvimento e evolução diária.
      Portanto, o trabalho pedagógico realizado é riquíssimo em todos os aspectos e perpassa pela consciencia do devir, pois além das questões inerentes às histórias, trabalhamos as questões transversais com alternativas de agregar valores, trabalhar a criticidade através da reflexão, que possibilite compreender o riqueza da nossa cultura e o valor do educando enquanto sujeito nesse processo ensino aprendizagem.

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    3. Jacy, obrigada por apresentar informações tão relevantes e ricas ao universo da capoeira, considero ser uma das ferramentas valiosas para a educação. O desenvolvimento de habilidades, socialização, integração e mobilidade, agregando valores e cultura. Abraços .... ..

      Ana Lírio

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  25. DIA DA ÁGUA
    Dança da música: Tchibum da Cabeça Ao Bumbum(Palavra Cantada)
    https://youtu.be/9IjkYlsgrwE
    Aluna Neli Carvalhal Botelho
    Matricula 201402312624
    Tema Água
    Explorando a psicomotricidade, lateralidade, coordenação de movimento e a interação entre eles.
    O uso consciente da água e higiene.

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    1. Apresentação de Karatê
      Aluna: Iracema Aparecida Teixeira nobre
      Matricula 201408305641
      https://www.youtube.com/watch?v=sx7DilZW8ys&sns=fb
      Compreender a diferença entre brigar e luta;
      Reconhecer as lutas quanto manifestação da cultura e como tema da educação física.

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  26. Atividade Prática
    Aluna: Grazielle de Oliveira Silva
    Matrícula: 201408469936
    Curso de Pedagogia
    Estácio 4° Período – Unidade Prado BH - EAD

    Rede Humana
    - Organização: Separei a turma em três grupos iguais, sendo que dois deles participaram do jogo, tendo o 3o grupo entre eles, com os braços estendidos acima da cabeça, como se fosse a rede de voleibol.

    - Desenvolvimento: Os dois grupos que se confrontaram passaram a bola através de manchete ou toque por cima da rede humana até que a bola foi interceptada por algum componente da rede. O grupo que perdeu a posse da bola passou à função de rede humana e assim sucessivamente.

    Contei um ponto para o grupo toda vez que ele ganhou a posse de bola e aquele que somou mais pontos foi o vencedor.

    - Socialização da atividade: Incentivei os estudantes a se expressarem e registrarem em seu caderno os sentimentos em relação ao jogo coletivo, a sua respiração, aos seus batimentos cardíacos, à solidariedade e à cooperação para com os colegas, às facilidades e às dificuldades encontradas na atividade proposta.

    Fiz abordagem das recriações sociais do jogo para possibilitar a participação de muitos, para poder jogar em lugares diversos e para tornar o jogo mais emocionante.
    Atividade: Minivoleibol
    Conteúdo: Voleibol Adaptado – Passes: manchete e toque
    Material: Bolas de voleibol – Realizei no Estágio na Escola Estadual Adriano José Costa

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  27. Disciplina :Conteúdo,metodologia e pratica de ensino de educação física.
    Professora:Mônica Silva Ferreira
    Aluna :Luciane Chaves Badran
    Tema:Influência da cultura oriental na educação básica
    Público :de 4 a 11 anos.
    Bom dia...
    segue anexo da aula.

    https://www.youtube.com/audio?video_referrer=watch&v=zu5jA3wHmYo
    o trabalho esta sendo implantado para as escolas municipais,para ajudar no ensino básico.

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  28. Disciplina - Conteúdo, metodologia e pratica de ensino de educação físsica.
    Aluna Jeane C S de Castro
    Matrícula 201406063941
    Curso de Pedagogia 4º período
    Professor João Marcus
    Rio de Janeiro RJ

    Tema Yoga na Educação Infantil
    Objetivo Geral; realizar a pratica da educação física de forma descotraida, estimular as habilidades como concentração, equilíbrio, respiração, coordenação motora, postura etc.
    Objetivos específicos: Promover uma atividade interdisciplinar trabalhando a motricidade e concentração da criança, explorar a socialização entre alunos, incentivar ao aluno conhecer o seu corpo.
    Estratégia; promover grupos de meninas e meninos para interagir entre si de uma forma que as relações interpessoal sejam trabalhadas, evidenciar a relação entre o corpo e a mente, trabalhar as relações intrapessoal.
    Avaliação; será feita durante todo o processo de aprendizagem das atividades propostas, observando a iteratividade.

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  29. www.hermogenesyoga.com.br/
    https://youtu.be/6LP1Ee4m5fo

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  30. CAROLINE OLIVEIRA CALDAS PEREIRA
    201310131112

    Estamos todos no mesmo saco

    Objetivo do Jogo: todos os participantes deverão percorrer um determinado caminho juntos dentro de um saco gigante.

    Propósito: este jogo facilita a vivência de valores e o surgimento de questões bem interessantes como:


    Desafio comum: percepção clara de interdependência na busca do sucesso.


    Trabalho em equipe: a importância de equilibrarmos nossas ações e harmonizarmos o ritmo do grupo.


    Comunicação: importância do diálogo na escolha da melhor estratégia para continuar jogando.


    Respeito: pelas diferenças possíveis de encontrarmos em um grupo como: tipo físico, idade e diferença de opiniões.


    Persistência: na afinação do grupo e na importância de manter o foco no objetivo.


    Alegria: este também é um jogo para rir muito, a própria situação em que o jogo acontece já nos inspira à rir.

    Recursos: um saco gigante, confeccionado com tecido utilizado para forro de biquínis e sungas, pode ser adquirido em lojas de venda de tecido por quilo.

    Ele vem em formato tubular, então é só medir a altura do saco que você acha ideal, cortar, costurar e está pronto.

    Número de Participantes: o numero de participantes pode variar bastante, de 04 a aproximadamente 40 pessoas, é só abrir a lateral do saco e ir costurando em outros.

    Duração: podemos estimar um tempo de 30 minutos entre explicação, vivência e reflexão. Este tempo pode ainda ser ampliado de acordo com os obstáculos criados pelo mediador.

    Descrição: podemos iniciar o jogo (por exemplo com 40 pessoas) questionando se todo o grupo caberia dentro deste saco gigante. Após a constatação de que é possível todos entrarem podemos estipular um percurso a ser percorrido pelo grupo.

    O grupo poderá a qualquer momento fazer um pedido de tempo para a escolha de novas estratégias.

    Posteriormente podemos aumentar o desafio e o grau de dificuldade colocando novos obstáculos no caminho a ser percorrido.

    O jogo termina quando os participantes atingem o objetivo.

    Dicas: durante o jogo a comunicação no grupo é um fator fundamental para o sucesso. Caso seja necessário auxilie o grupo nesta tarefa.

    Libere os pedidos de tempo a vontade, conversar neste jogo é muito importante.

    Caso haja no grupo pessoas que por suas características físicas tenham dificuldade em jogar, fique atento a forma como o grupo resolve esta questão.

    Para confecção do saco gigante peça ajuda a uma costureira profissional, isto vai ajudar bastante.

    Que tal entrar neste saco gigante e ficar juntinho com todos os outros?

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    1. http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=109

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  31. Disciplina - Conteúdo, metodologia e pratica de ensino de educação físsica.
    Aluna: JACY MARQUES PASSOS
    Matrícula 201411034007
    Curso de Pedagogia 4º período
    Professor JOAO MARCUS PERELLI DOS SANTOS
    Rio de Janeiro RJ

    Bom dia Professor!

    Registro uma atividade que realizamos em um equipamento Municipal de São Gonçalo - RJ, local onde desenvolvo atividades, culturais, esportivas, recreativas e de lazer.
    Pontuo em primeiro lugar a satisfação de poder compartilhar essa rica experiencia com os educandos desse espaço não formal de educação(abrigo) na qual a aplicabilidade das ações perpassa por compreender o conhecimento de mundo de cada criança e adolescente, sempre respeitando o capital cultural que cabe a cada um.
    Com relação a atividades culturais e artes, realizamos visitas a museus e todas as sextas feiras assistimos um filme na rede Cinespaço de Cinemas no Shopping Boulevard, com o dia seguinte para roda de conversa com os adolescentes participantes dessa atividade, bem como, a questão de visitas aos museus.
    As atividades recreativas são postas para observarmos interação, motricidade, socialização, espirito de grupo, liderança entre outras percepções inerentes as atividades.
    No mês de Agosto realizamos as Olimpiadas, com provas na Praia, no espaço de convivência, nas ruas e nos SESCs tambem. A Medalha de ouro, prata e bronze, tiveram suas devidas histórias contadas bem como a origem das olimpíadas, a mensagem da tocha e tudo mais que envolve as atividades.
    Nesse contexto trabalhamos em todas as atividades a questão do respeito e limites do corpo.
    É necessário compreender que as faixas etárias de 07 a 17 anos estão num mesmo contexto e que a individualidade pode ser trabalhada, sem problemas entendendo as limitações de cada criança e adolescente.
    Portanto, registro aqui uma parte das atividades realizadas no equipamento que trabalho e que, a visão pedagógica social é muito intensa e recrudesce na consciência do devir a possibilidade de criar alternativas através das atividades propostas autonomia para quando dali forem desligados, ou seja, é um trabalho que perpassa por questões muito pontuais e permeia gerações de acolhidos institucionalmente que hoje vislumbram dentro da realidade perpectivas de mudanças.
    Um grande abraço

    Jacy Marques Passos

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  32. Disciplina - Conteúdo, metodologia e pratica de ensino de educação física.
    Aluna: Claudy-Lane Araujo da Silva
    Matrícula 201503121712
    Curso de Pedagogia 4º período
    Rio de Janeiro RJ

    Estou estagianda num colégio localizado na zona norte do Rio de Janeiro, no bairro do Engenho de Dentro.
    Acompanhei as atividades do 1º ano do Ensino Fundamental.
    As aulas de capoeira são super produtivas. Em todas, o professor Isopor trabalha atividades de psicomotricidade com materiais diversificados. A musicalidade está sempre presente. Percebi que os alunos interagem bastante. Nas aulas que participei, não notei nenhum tipo de rejeição por parte deles.
    A aula de capoeira trabalha cultura popular, atenção e concentração, musicalidade,coordenação motora e muito mais.

    segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=f6WiMunbEwM&feature=youtu.be

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  33. https://youtu.be/VzNCrihXCEU

    Aluno: Jose Ronaldo de lima Junior
    Matricula:201404038681
    Boa noite .
    Realização da atividade proposta no fórum B da disciplina Conteúdo, Metodologia e Prática de Ensino da Educação Física.

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  34. Conteúdo Metodologia e Prática no Ensino da Educação Física
    Cátia Lucia de Oliveira Miranda
    Matr.: 201512657859
    4º. Período
    Atividade Prática

    https://www.youtube.com/watch?v=PZmSjPv2XK8&feature=youtu.be

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  35. Disciplina:Conteúdo Metologia no Ensino da Educação Física
    Mônica da Silva Miranda
    Matrícula: 201502484005
    Atividade Prática: "Influência dos Saberes Europeus na Cultura Lúdica Brasileira"

    https:www.youtube/t2mttnRBqGI









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  36. Boa Tarde!

    Segue link da atividade obrigatória referente a disciplina de 2017.1 EAD - CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE EDUC. FÍSICA (CEL0355/2368378) 9005
    Aluna: Joana Darc R de Pinho
    Professor/Orientador: João Marcus Perelli

    https://youtu.be/TJAJz3pv5jc

    ATT

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    1. Disciplina: Conteúdo Metodologia e Pratica Ensino da Educação Física
      Semestre: 4º período
      Autor: Simone Ferreira da Silva
      Matricula: 201601519028
      Regra: Formar grupos para as atividades elaboradas, danças e Artes marciais.
      Participantes: ambos os sexo
      Série: 2º ao 5º ano
      Tai chi Chuan
      Dia 8 de abril realizaram a quarta edição do festival Oriental do Céu cidade Dutra, um evento que já está se tornando tradição. No festival tiveram as apresentações de diferentes artes marciais praticadas por alunos e convidados além de palestras sessão de massagem e acupuntura.
      O Tai chi chuan é uma arte milenar de origem oriental, com um sistema de prática que beneficiam as pessoas num todo, equilibro tanto a mente quanto o corpo.
      O benefícios da atividade:
      Aumento da vitalidade, dando mais energia e disposição; aumento da atenção e concentração mental; relaxamento muscular em todo corpo.
      Desenvolvimento Habilidade motoras
      O Movimento para a criança significa muito mais do que mexer partes do corpo ou deslocar-se no espaço. A criança se expressa e se comunica por meios dos gestos e das mímicas faciais e interage utilizando fortemente o apoio do corpo.
      Objetivos:
      Aprender a conhecer seu próprio corpo e movimentar expressivamente; oferecer as crianças trocas afetivas; percepções rítmicas por meio dos jogos corporais.
      Desenvolvimento:
      Trabalhar o corpo, reconhecer as partes as articulações com exercícios de movimento leves com alongamentos e fazer relaxamento; Disponibilizar músicas com ritmos diversos para que possam movimentar utilizando-se da própria criatividade.
      Oferecer materiais diversos para a exploração, como bambolês, cordas e bolas.

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  37. Boa noite
    Segue o link da atividade prática : https://www.youtube.com/watch?v=scKp9zMC1-0
    Aluna: Mayara E D Vieira (201602692581)
    2017.3 EAD

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  38. Ficha da brincadeira

    • Disciplina e Semestre:
    - CONT.MET. E PRAT. DE ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA
    - 4º período

    • Autor ( nome e matrícula) :
    - Maria Sandra da Silva
    - 201603489401

    • Nome do Brinquedo / jogo:
    - Escravos de jó

    • Idade :
    - Maiores de 3 anos.

    • Quantidade de jogadores:
    - 4 ou mais jogadores.

    • Material do brinquedo / jogo:
    - Um brinquedo favorito de cada criança.

    • Objetivo:
    - Estimular :
    o Atenção;
    o Concentração;
    o Cooperação;
    o Coordenação motora;
    o Linguagem;
    o Memória;
    o Ritmo

    Regras :
    - Os jogadores sentam em círculo, cada um com o seu brinquedo favorito, que será passado de um integrante para o outro em uma coreografia de vai e vem seguindo o ritmo da música “Escravos de Jó”:

    - Escravos de Jó jogavam caxangá (os jogadores vão passando os brinquedos um para o outro do lado direito, de forma que cada jogador fique sempre com um só) - Tira (cada um levanta o brinquedo que está em suas mãos)
    põe, (colocam o de novo no chão)
    - Deixa ficar (apontam com o dedo para cada brinquedo no chão)
    - Guerreiros com guerreiros (voltam a passar o objeto para a direita) - Fazem zigue (colocam a objeto na frente do jogador à direita, mas não soltam) - Zigue (colocam o brinquedo à frente do jogador à esquerda, mas não soltam) - Zá (colocam o brinquedo à frente do jogador à direita novamente)




    https://www.youtube.com/watch?v=AqeqCZGeBGE

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  39. Atividade Prática

    Disciplina: Conteúdo, Metodologia e Prática de Ensino de Educação Física.
    Professor: João Marcus Perelli Dos Santos.
    Aluna: Talitha Paulo Nascimento
    Curso: Pedagogia 2017.3 EAD. Matrícula: 201602639388.

    Assunto: Influência dos saberes africanos na cultura lúdica brasileira.

    Planejamento:
    Aulas de capoeira para público de educação infantil com objetivos de estimular as crianças a manter, aprimorar, e em muitos casos, recuperar movimentos próprios do corpo humano que é o ponto essencial de corpo e movimentos para a Educação Infantil.
    Etapas da atividade: Para criança é tudo novo a história da Capoeira, então se inicia com o professor contando uma história e pedindo para criança interpretar corporalmente o que esta sendo dito. Por exemplo: “Um sapo vinha pulando lentamente pela floresta quando, de repente, viu um enorme leão correndo muito rápido”. A história continua com diversos tipos de animais, enquanto cada criança interpreta corporalmente da forma como imagina.

    Soler (2003) afirma que O jogo simbólico é a representação corporal do imaginário, havendo nele o predomínio da fantasia, mas estabelecendo uma ligação com o mundo real por meio de atividades psicomotoras, que prendem a criança a realidade. (SOLER, Reinaldo. Jogos cooperativos para a Educação Infantil. Rio de Janeiro: Sprint, 2003.)

    A forma que a Capoeira conta as histórias é sempre em forma musical, então temos que permitir as crianças mais do que ouvir, e sim vivencias no seu próprio corpo a sensação de ser. E é através das músicas de Capoeira que nos perpetuam saberes, mitos, ritmos e valores históricos á cultura popular.

    Ciavatta (2009), ao falar do ensino de Música, afirma a necessidade de buscar “quase que obstinadamente a autonomia do aluno”. Na Capoeira, acredita-se que essa autonomia só pode nascer num ambiente que favoreça a criatividade e a livre expressão artística, tendo o corpo e a música como veiculo dessas forças. (CIAVATTA, Lucas. O passo sobre as bases de ritmo e som. Rio de Janeiro: SNEL, 2009.)

    A Capoeira como ferramenta educacional, pode servir tanto aos professores especializados nas atividades quando aos educadores formais, leigos na arte, bastando para isso que se conscientizem da necessidade de incluir esses conhecimentos em suas práticas.


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  40. Atividade Prática

    Disciplina: Conteúdo, Metodologia e Prática de Ensino de Educação Física.
    Professor: João Marcus Perelli Dos Santos.
    Aluno: Alex Sandro da Visitação
    Curso: Pedagogia 2017.3 EAD. Matrícula: 201512951609.
    Assunto: Influência dos saberes Asiáticos na cultura lúdica brasileira.
    Video: https://www.youtube.com/watch?v=_BCmRXT_hsw&list=LLyMmrD1sPFx_Ubutz4B7D7A

    Tema: A Origem
    Objetivo:
    -Conhecer um Breve histórico do jiu jitsu;
    -Desenvolver as coordenação motoras e trabalhar a interação em grupo e indiciduais;
    Público: Alunos entre 5 à 11 Anos
    Desenvolvimento:
    -Breve histórico da Origem do Jiu-jitsu;
    -Aquecimento; e
    -Atividades Lúdicas;

    Trabalhou a coordenação motora grossa, coordenação motora fina e Interpessoalidade.

    Resumo da História da Influencia Asiática na cultura Brasileira
    A história do jiu jitsu remete à Índia. Acredita-se que essa técnica teria sido criada por monges budistas, que buscavam um método de defesa pessoal. Conforme o budismo teria se expandido, o jiu jitsu também o teria. Assim, sua prática e ensinamentos passaram pela China até atingir o Japão, local onde a técnica foi popularizada. No século XIX, alguns mestres se dispersaram do Japão e um deles veio se fixar em Belém do Pará, em 1915, onde conheceu e criou vínculo com a família Gracie. Aí reside uma coincidência que modificaria o rumo dessa arte marcial. Gastão Gracie era pai de oito filhos, e incentivou o mais velho a aprender a arte com o mestre Esai Maeda Koma.

    Carlos Gracie, já detentor da arte marcial do jiu jitsu, mudou-se de Belém para o Rio de Janeiro aos dezenove anos de idade, com o intuito de lutar e de ensinar essa luta. Obteve tamanho sucesso ao ponto de modificar alguns aspectos do jiu jitsu tradicional e fundar um novo estilo de lutar: o brazilian jiu jitsu, que privilegiava a luta no chão, seguida por golpes de finalização, ao contrário do jiu jitsu tradicional que mantinha seu foco nas quedas.

    Atualmente, o jiu jitsu é um esporte reconhecido e regulamentado, em nosso país, pela Confederação Brasileira de Jiu Jitsu.

    Bibliografia https://www.google.com.br/amp/m.brasilescola.uol.com.br/amp/educacao-fisica/jiu-jitsu.htm

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  41. Mírian dos Santos Conceição, MA: 201503383962

    https://www.youtube.com/watch?v=3In3G6fXIFY&feature=youtu.be

    Atividade Prática Educação Física

    A influência dos saberes orientais na cultura lúdica brasileira:
    Yoga para crianças de 4 a 6 anos.
    Objetivo da aula:
    Desenvolver a coordenação motora grossa através de exercícios que fortalecem os grandes músculos.

    Referências para a aula:
    Professora de Yoga Sá Souza, certificada e reconhecida pela Aliança da Yoga nos Estados Unidos. Yoga para crianças de 4-6 anos; Revista Pais e Filhos.


    Paula Louredo, graduada em Biologia. "Coordenação motora"; Brasil Escola


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  42. Boa noite,

    Segue o link da atividade.

    https://youtu.be/LlPONpwDc9w

    Darlene Ferreira Fernandes

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  43. Este comentário foi removido pelo autor.

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  44. Boa noite,
    Atividade Prática

    Disciplina: Conteúdo, Metodologia e Prática de Ensino de Educação Física.
    Professor: João Marcus Perelli Dos Santos.
    Darlene Ferreira Fernandes
    Curso: Pedagogia 2017.4 EAD
    Matrícula: 201604148829
    Assunto: Influência dos saberes Europeus na cultura lúdica brasileira
    Segue o link da atividade.

    https://youtu.be/LlPONpwDc9w

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  45. Disciplina: CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE EDUC. FÍSICA (CEL0355/2879904) 9002 – 2018.1

    Autor: Roberta Vieira Monteiro – 201607043548
    Tema: Influência dos saberes Europeus na cultura lúdica brasileira
    Professor: MONICA SILVA FERREIRA
    Tema: A influência dos saberes orientais na cultura lúdica brasileira:
    CAPOEIRA
    Objetivos:
    Conhecer a historia e características da capoeira.
    Aprender o movimento base e alguns golpes.
    Vivenciar uma roda de capoeira.

    Desenvolvimento: O professor deve responder todos os questionamentos que surgiram na classe no decorrer de sua fala. Apresentar aos alunos como a capoeira se iniciou, o porque deste nome, detalhes dos golpes que compõe a luta, Um vídeo que demonstre golpes é interessante neste momento.


    Referência

    http://www.capoeira.gov.br/
    https://www.infoescola.com/artes-marciais/capoeira/



    https://www.youtube.com/watch?v=Bzh4XtiaVR8

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